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Opus Gay » Transexualidade

Projecto Inclusão

O Projecto Inclusão, à semelhança do Projecto Educação, é um projecto da rede ex aequo – associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros (LGBT) e simpatizantes, e financiado pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) via Programa EEA Grants e pelo Instituto Português da Juventude.

Este projecto surgiu da preocupação face ao que tem sido indicado em estudos científicos e observado no nosso trabalho de terreno: dentro da população jovem, a juventude lésbica, gay, bissexual e transgénera tem taxas particularmente elevadas de risco de depressão, baixa auto-estima, abuso de substâncias, auto-mutilação, ideação e tentativa de suicídio, em grande medida devido à discriminação e ao preconceito com que é confrontada no quotidiano. Nomeadamente, nas nossas escolas.

Esta iniciativa pretende fazer frente à pouca informação e discriminação ainda vigentes no campo da Educação em Portugal em relação a estes temas, e que resultam na transmissão de informação incorrecta, preconceituosa e estereotipada, assim como num ambiente negativo para o dia-a-dia dos jovens LGBT.

 

The Hijras of India

Em: http://www.chaymagazine.org/gender/46-the-hijras-of-india

Written by Kabir Altaf   
Friday, 01 August 2008 05:00

In the West, it is generally believed that there are only two sexes, male and female, and that each sex has its own particular role in society. However, in their ethnographic fieldwork across the world, anthropologists have noticed that the roles of men and women vary significantly across societies. This has led them to distinguish sex, which is based on biology, from gender which is defined as “the cultural construction of beliefs and behaviors considered appropriate for each sex” (Schultz and Lavenda 237). In addition, anthropologists have also noticed that several societies around the world have supernumerary (e.g. more than two) sexes. These include the xanith in Oman, the Native American two-spirit and the Indian hijra. Appropriate behavior for these “third-sex” groups is defined by a third gender role, which is distinct from traditional masculine and feminine identities (Schultz and Lavenda 238).

 

Sex-Gender Diversity: A Cross Cultural Perspective

Em: http://web.hku.hk/~sjwinter/TransgenderASIA/paper_sex-gender%20diversity.htm

Serena Nanda, Professor Emeritus, Department of Anthropology

John Jay College of Criminal Justice, City University of New York


 …Most of those organizations of personality that seem to us most…abnormal have been used by different civilizations in the very foundation of their institutional life. Conversely, the most valued traits of our normal individuals have been looked on in differently organized cultures as aberrant. Normality, in short, within a very wide range, is culturally defined….a term for the socially elaborated segment of human behavior in any culture, and abnormality a term for the segment that that particular civilization does not use. (Ruth Benedict, 1934, p. 73-74)


Every society contains individuals who do not fit into the culture’s dominant sex/gender categories - persons born intersexed (hermaphrodites), those who exhibit behavior or desires deemed appropriate for the "opposite" sex/gender, or those who, while conforming outwardly to culturally normative gender roles, experience themselves in conflict with these roles in some fundamental ways. A cross cultural perspective makes it clear that societies organize their thinking about sex, gender, sexuality and gender identity in many different, but perhaps not unlimited ways (see Quinn & Luttrell, 2004). Gender diversity, or gender variation, refers to the fact that cultures have constructed different sex/gender systems, and that these systems deal with these challenges differently.

 

Direito dos Transexuais - Direitos dos Individuos e Transexualidade

Em: http://www.artigonal.com/doutrina-artigos/direito-dos-transexuais-direitos-dos-individuos-e-transexualidade-1070811.html
Publicado em: 26/07/2009

Variadas são as questões propostas neste artigo em relação ao reconhecimento do direito à identidade “sexual” e concretamente ao direito à identidade “sexual” dos transexuais à luz das contribuições jussociais na análise do Direito e de sua aplicação.

Para isso vale, de um modo praticamente informativo, assinalar o estado da questão sobre o “direito à identidade sexual” desde uma perspectiva legislativa. Isto é, aquilo que atualmente se encontra nos discursos que aspiram a converter-se em Direito positivo (discursos médico-jurídicos estreitamente relacionados, e que até mesmo se retroalimentam ) e que sobre o recente e inovador “direito à identidade sexual” desse fenômeno que o discurso médico denomina “síndrome transexual”. Discursos que se centram na chamada retificação registral do sexo e que implica em certo tipo de repercussões jurídicas em diferentes âmbitos do Direito.

É verdadeiro que o Direito mostrou uma consistente impermeabilidade às propostas teóricas do que foge do padrão masculino e que fugiria da proposta do indivíduo em se reproduzir. Enquanto em outras disciplinas se conseguiu com sucesso reescrever seu discurso incorporando às mulheres, como é o caso da História, no caso do Direito não ocorreu o mesmo talvez porque é mais difícil reescrever”o sexo da lei”. Enquanto se considera que a História é uma disciplina social revisável, parece que existir uma crença, compartilhada por insignes juristas, segundo a qual o Direito seria uma Ciência livre de traços ideológicos, sejam estes sexuais, raciais, étnicos ou de classe.

 

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