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Hoje: 16 Jan 2018

Opus Gay » Transexualidade

Sex-Gender Diversity: A Cross Cultural Perspective

Em: http://web.hku.hk/~sjwinter/TransgenderASIA/paper_sex-gender%20diversity.htm

Serena Nanda, Professor Emeritus, Department of Anthropology

John Jay College of Criminal Justice, City University of New York


 …Most of those organizations of personality that seem to us most…abnormal have been used by different civilizations in the very foundation of their institutional life. Conversely, the most valued traits of our normal individuals have been looked on in differently organized cultures as aberrant. Normality, in short, within a very wide range, is culturally defined….a term for the socially elaborated segment of human behavior in any culture, and abnormality a term for the segment that that particular civilization does not use. (Ruth Benedict, 1934, p. 73-74)


Every society contains individuals who do not fit into the culture’s dominant sex/gender categories - persons born intersexed (hermaphrodites), those who exhibit behavior or desires deemed appropriate for the "opposite" sex/gender, or those who, while conforming outwardly to culturally normative gender roles, experience themselves in conflict with these roles in some fundamental ways. A cross cultural perspective makes it clear that societies organize their thinking about sex, gender, sexuality and gender identity in many different, but perhaps not unlimited ways (see Quinn & Luttrell, 2004). Gender diversity, or gender variation, refers to the fact that cultures have constructed different sex/gender systems, and that these systems deal with these challenges differently.

 

Direito dos Transexuais - Direitos dos Individuos e Transexualidade

Em: http://www.artigonal.com/doutrina-artigos/direito-dos-transexuais-direitos-dos-individuos-e-transexualidade-1070811.html
Publicado em: 26/07/2009

Variadas são as questões propostas neste artigo em relação ao reconhecimento do direito à identidade “sexual” e concretamente ao direito à identidade “sexual” dos transexuais à luz das contribuições jussociais na análise do Direito e de sua aplicação.

Para isso vale, de um modo praticamente informativo, assinalar o estado da questão sobre o “direito à identidade sexual” desde uma perspectiva legislativa. Isto é, aquilo que atualmente se encontra nos discursos que aspiram a converter-se em Direito positivo (discursos médico-jurídicos estreitamente relacionados, e que até mesmo se retroalimentam ) e que sobre o recente e inovador “direito à identidade sexual” desse fenômeno que o discurso médico denomina “síndrome transexual”. Discursos que se centram na chamada retificação registral do sexo e que implica em certo tipo de repercussões jurídicas em diferentes âmbitos do Direito.

É verdadeiro que o Direito mostrou uma consistente impermeabilidade às propostas teóricas do que foge do padrão masculino e que fugiria da proposta do indivíduo em se reproduzir. Enquanto em outras disciplinas se conseguiu com sucesso reescrever seu discurso incorporando às mulheres, como é o caso da História, no caso do Direito não ocorreu o mesmo talvez porque é mais difícil reescrever”o sexo da lei”. Enquanto se considera que a História é uma disciplina social revisável, parece que existir uma crença, compartilhada por insignes juristas, segundo a qual o Direito seria uma Ciência livre de traços ideológicos, sejam estes sexuais, raciais, étnicos ou de classe.

 

Transexualidade Por Ser, Não Por Fazer - Depoimento

Em: http://www.sbrash.org.br/portal/index.php/Genero-e-Sexualidade/-Transexualidade-Por-Ser-Nao-Por-Fazer-Depoimento.html

Por Juliano T.   
24 de novembro de 2008

Traços finos, feição grácil, pele macia e voz aveludada. Pela primeira vez o espelho não reflete a realidade. A realidade percebida pelo observador. Sob a aparência feminina sabe-se masculino. Como? Numa certeza quase transcendente. Uma convicção global inabalável. Com a naturalidade com que se respira. Sou homem.

Mas o espelho, os seios, os genitais... correções a serem feitas, não para que eu seja e sim para que o “outro” me perceba. O outro é a sociedade, é o amigo, é o desconhecido, é a futura namorada, é o magistrado.

Correções para que o espelho reflita a minha realidade percebida. A realidade que só a mim compete. Para que seja belo no espelho o que é belo em mim.

 

Transexualidade e o direito de casar

Em: http://www.sbrash.org.br/portal/index.php/Noticias/Transexualidade-e-o-direito-de-casar.html

Maria Berenice Dias

As questões que dizem com a sexualidade sempre são cercadas de mitos e tabus. Os chamados desvios sexuais, tidos como uma afronta à moral e aos bons costumes, são alvo de profunda rejeição social. Tal conservadorismo acaba por inibir o próprio legislador de normar situações que fogem dos padrões comportamentais aceitos pela sociedade. No entanto, fechar os olhos à realidade não vai fazê-la desaparecer, e a omissão legal acaba tão-só fomentando ainda mais a discriminação e o preconceito.

Estar à margem da lei não significa ser desprovido de direito nem pode impedir a busca do seu reconhecimento na Justiça. Ainda quando o direito se encontra envolto em uma auréola de preconceito, o juiz não deve ter medo de fazer justiça. A função judicial é assegurar direitos, e não bani-los pelo simples fato de determinadas posturas se afastarem do que se convencionou chamar de normal.

 

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