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Hoje: 24 Jun 2018

Opus Gay » Transexualidade

Violence, Criminalization, and Gender Identity

(Conference Draft)

Introduction

In every region of the world, trans, intersex, and gender-variant people face risks for their lives as their inherent dignity, personal safety, physical integrity, and mental well-being are compromised by the violence committed against them in their societies. The violence trans, intersex, and gender-variant people face comes in different forms such as sexual assault and abuse, domestic violence, and state-sponsored violence.

Colonial laws, religious persuasions, cultural beliefs and the heteronormative gender binary system, i.e., the belief that one’s gender identity and expression should conform to one’s sex assignment at birth, have all been used to justify, glorify, and sanctify this violence, thereby laying a strong foundation for the denial of the human rights of trans, intersex, and gender-variant people.


Regionally, activists working for the protection and advancement of the human rights of trans, intersex, and gender-variant people have been documented cases of violence committed against their communities[1]. However due to research limitations and the absence of systematic reporting and monitoring systems in almost all countries worldwide, the figures of these reports show only a glimpse of the reality, the tip of the iceberg of the breadth and scale of the violence against trans, intersex, and gender-variant people.

 

Artigo do Dr. Decio Ferreira

Tem vindo a publico várias vezes, não só em Portugal mas também no Estrangeiro, algumas reivindicações sobre a desmedicalização e despatologização da Transexualidade.

Querem essas pessoas que qualquer indivíduo possa ser considerado transexual só pelo facto de se declarar transexual. Não seria, para essas pessoas, necessário nem licito que para alguém ser considerado/a transexual ter que se submeter a um estudo e diagnostico feito por Equipa Multidisciplinar de Sexologia Clínica.

Há ainda Organizações que apoiam essas pessoas, certamente com a melhor das intenções.

De facto a população Transexual é tão pequena que só por si não têm força reivindicativa. Para agravar isto ainda acontece que a maioria dessa população, já de si pequena, o que menos quer é "dar a cara", é ter protagonismos para "passar o mais despercebido/a possível". Os/as poucos mais afoitas/as aproveitam a "força" de organizações de Homossexuais ou LGBTs e juntam-se a essas organizações para reclamar os seus justos direitos. Correm o risco de serem confundidos com homossexuais pela população em geral mal informada, mas é um preço que assumem ter de correr. São essa Organizações que apoiam estes movimentos pela Despsiquiatrização da Transexualidade.

 

Extrato de http://identidadedegenero.forumeiros.com onde eu (Su Tavares) publiquei o seguinte

manifesto Stop Pat Trans
Su Tavares Hoje à(s) 10:24

Manifesto

A campanha internacional Stop Trans Pathologization-2012 é uma campanha pela despatologização das identidades trans (trans e transgéneros) e a sua retirada dos catálogos de doenças: o DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders), da American Psychiatric Association, cuja versão revista surgirá em 2013; e o ICD (International Classification of Diseases), da Organização Mundial de Saúde, que sairá em 2014.

Assumida, até ao momento, por mais de 100 organizações e 4 redes internacionais em África, na Ásia, na Europa e na América do Norte e do Sul, a campanha coordena, a 23 de Outubro, uma mobilização internacional simultânea em mais de 30 cidades de 17 países europeus e no continente americano. A data será também assinalada com uma acção de rua em Lisboa.

 

Carta de uma transexual a uma mãe - 03.10.2010

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